Milhares de crucificações foram realizadas pelos antigos romanos. A de Jesus é, de longe, a mais famosa. Do ponto de vista científico, essa questão ainda é como um quebracabeça, com muitas peças desaparecidas.
Quase dois mil anos depois do surgimento do cristianismo, as igrejas ainda retratam comumento um Jesus magro e frágil, de barba, pouca roupa, coroa de espinhos e preso a uma cruz pelas palmas das mãos e peitos dos pés.
Essa imagem que se popularizou pelos quadros na Idade Média e chegou até os nossos dias, mesmo trazendo conflitos históricos, afirma Rodrigo Pereira da Silva, especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém.
“Acredito na hipótese de que Jesus tenha sido crucificado sentado, apoiado em uma madeira que existia na cruz abaixo de seu quadril, com as pernas dobradas para a direita, nu e sem a coroa de espinhos”, di Rodrigo, que também é professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp).
Para Silva, essas conclusões s...
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Gospel 10 - Destaques